Toda vez que a poeira de um filme baixa, a comunidade já começa a imaginar o próximo passo — e desta vez não é diferente. Sem prometer nenhum anúncio de estúdio, vale olhar para as pontas soltas que a franquia deixou e pensar, como fãs, no que faria sentido vir a seguir.
A nova geração já foi apresentada
O maior gancho está na mesa há pouco tempo: Gru Jr., o bebê da família, chegou com personalidade forte e uma implicância cômica com o próprio pai. É difícil imaginar que um personagem tão carismático fique apenas de figuração. A aposta natural dos fãs é que ele ganhe espaço — talvez repetindo, invertido, o arco do próprio Gru: um pequeno “vilão” em formação dentro de casa.
As meninas cresceram
Margo, Edith e Agnes envelheceram ao longo dos filmes, e há um território pouco explorado ali. Uma história que desse mais protagonismo às filhas — agora mais velhas — seria um jeito orgânico de renovar a franquia sem abandonar o núcleo familiar que a sustenta.
Os Minions, sempre os Minions
Se tem uma certeza neste universo, é que as criaturinhas amarelas não vão a lugar nenhum. Elas seguem sendo o carro-chefe cômico e comercial, e qualquer novo capítulo certamente vai reservar espaço para uma nova leva de confusões em Minionês.
O que gostaríamos de ver
Na nossa lista de desejos de fã: mais do irmão Dru, deixado num gancho em aberto; um vilão com motivação emocional à altura de Balthazar Bratt; e talvez um mergulho maior na dinâmica da Liga Anti-Vilões, que ainda tem muito pano para manga.
Nada disso é oficial — é leitura de quem acompanha a saga de perto. Mas se a história do Gru nos ensinou algo, é que o próximo capítulo tende a ser menos sobre o plano malvado da vez e mais sobre a família ficando ainda maior e mais caótica. E, sinceramente, é isso que a gente quer ver.